Adorava ver esta série de ficção científica! Por isso, quando a vi à venda, soube que a ia comprar. Hesitei apenas por a etiqueta na embalagem informar a ausência de legendas em português.
Buck Rogers tem várias coisas a seu favor:

1) Um jingle cativante - o tema do genérico é potente!
2) A história de ficção é verosímel, mesmo passados todos estes anos
3) Um robot de nome Twiki, que é simpático, credível e cativante
4) Tem um protagonista carismático
5) É a única série futurista cujo "prazo de validade" está longe de expirar. Passa-se no ano de 2491!
6) É extremamente empolgante descobrir como um homem do século XX
(Buck Rogers), se desenrasca quando é descongelado, cinco séculos depois
7) Os efeitos especiais são convicentes, assim como os sonoros, as naves, tudo... muito a lembrar Batlestar Gallactica
Estou neste momento a ver o primeiro episódio e, de facto, surpreende. Porque o risco de ser tediante não é algo que um fã nostálgico deva temer. A série cativa, os cenários não parecem falsos nem feitos de esferovite barato... não há nada que temer, só redescobrir! Ou, para quem nunca a viu, saber do que se está a falar. Acredito que passava por uma série feita hoje. Algumas actuais não conseguem tal proeza!
Buck foi condenado á morte! E assim termina o primeiro episódio... com a capacidade de nos deixar com vontade de ver mais, e com a impressão que durou pouco...
E aqui ficam os nomes dos responsáveis por parte deste sucesso televisivo de 1979.
Stu Phillips foi o compositor, autor dos acordes musicais que tanto adoro nesta e noutra série de ficção científica de culto que falarei noutra ocasião. A produção ficou a cargo de Glen A. Larson, também responsável pela tal série que falarei num outro post. A encarnar literalmente o robôt Twiki, Felix Silla, actor de origem Italiana com um impressionante currículo em cinema (Ex: Dukes of Hazzard) e, dando-lhe a voz, Mel Blanc. Os actores principais, Gil Gerard e Erin Gray, exce
lentes profissionais ainda hoje bastante activos e a esbanjar talento (e sensualidade), interpretaram as personagens principais. E, claro, como quase todas as personagens que chegam à televisão, esta também é baseada numa de banda desenhada, criada por Philip Francis Nowlans para um romance (Armageddon 2419 AD) para a revista "Amazing Stories" de 1928 e renovada por Dick Calkins em 1929, para a banda desenhada, tornando-se na primeira personagem de ficção científica de grande sucesso que veio a abrir caminho para novos heróis, tais como Flash Gordon, Popeye, Super-Homem, Batman e Tarzan, o rei da Selva.
Há dois anos surgiram rumores de que a personagem ia ser adaptada para filme.
Actualmente na nona temporada, esta é uma série 

O pai de Lex, Lionel Luthor! Quando entra na história, só queremos dar-lhe um murro! Ele é do piorio! Lex (Michael Rosenbaum), a seu lado, é um embrião de maldade... fraco, sem capacidade de se igualar à perícia do progenitor. Mas, como todos os filhos que competem com os pais e vice-versa, depressa o supera... é uma relacção extraordinária, que envolve sempre Clark e também Martha, que Lionel (John Glover) assedia, acabando por surgir uma tensão sexual entre os dois.
